Existem muitas oportunidades para mostrar o amor de Cristo e a credibilidade da mensagem, conhecendo no dia-a-dia, as crises entre os Orma. Nesta atualização nós quisemos lhe dar uma idéia de alguns dos problemas que são enfrentadas por esses auxiliadores entre o grupo.
Um médico missionário relata:
Quarta-feira pela manhã nossa boa amiga, Kay (nome modificado) entrou em trabalho de parto. Kay tem 17 anos e este é seu primeiro bebê, depois de ter casado em fevereiro do último ano. Eu adquiri uma nota que me informou o que estava acontecendo um pouco antes do jantar – E lá se foi meu apetite! -. Andei e carreguei minha bicicleta através da luz das estrelada na aldeia. Quando eu cheguei, às 20h00, as coisas lá iam bem, e eu estava esperançoso para um bebê antes da meia-noite! Mas por volta das 23h00 não houve mais progresso.
Assim começa a história de um dos obreiros transculturais lá, entre os Orma, que passou a maior parte de três dias a ajudar esta jovem mulher Orma em seu primeiro parto. As coisas não estavam indo como planejado.
Na quinta-feira pela noite Kay estava tão quente e viscosa, e a pergunta era se estava tudo correndo normalmente, ou se havia algum problema. E eu tão pouco não sabia, e tive a preocupação dobrada pois estava envolvido emocionalmente. Kay se sente quase como nossa própria filha.
Complicações começaram e a enfermeira chamou pelo médico através do rádio a fim de adquirir conselho. As parteiras tradicionais também ficaram confusas como nosso modo de controlar a situação, e o conselho que terminaram determinando no rádio era contraditório ao modo como eles estavam preparados.
Nos foi falado que as parteiras tradicionais teriam sido muito ásperas com Kay, nas tentativas para conseguir se apressar; mas isso teria agravado uma situação perigosa. Com um estado crítico, o médico resolveu encaminhar Kay para o hospital de distrito há duas horas dali.
Assim que chegamos ao hospital, constataram dificuldades que colocava o bebê em perigo. Nós tínhamos tomado a decisão certa. Pouco antes da meia-noite, o bebê nasceu! Eu sei que na aldeia as parteiras tradicionais teriam prestado pouca atenção ao bebê, mas Kay era uma feliz e aliviada mãe! Nós damos glórias a Deus! Isso foi uma benção!
Nós tivemos uma viagem agradável para ir e apanhar Kay e sua doçura, a pequena Hadida Saadia (embora os Orma nomeiem os bebês tradicionalmente no 7º dia, o bebê teve que ter um nome antes de partir porque a certidão de nascimento precisaram ser enviada). O sogro de Kay lhe deu o nome “Hadida”, o nome de sogra de Kays, e eu propus Saadia, que quer dizer 3. Porque Kay passou três dias de trabalho com a menina.
Este evento enfatiza que sempre há tantas necessidades das quais, as pessoas precisam de ajuda. Os missionários se envolvem nas vidas das pessoas e constroem a credibilidade para compartilhar o Evangelho.
Kay ouviu muito a mensagem de Cristo, mas não quer ir contra a família, deixando o Islã. E assim vai! Trabalhar com os Orma é um processo longo de vivência e conhecimento, prestando serviços em tempos de necessidade, e mostrando Jesus Cristo em ação e também em palavra.
A pressão é intensa e o conflito espiritual continua como uma estratégia. Há as pessoas locais que são treinadas para ser tabliki (missionários muçulmanos) e planejam enviar 50 destes treinados às pessoas locais, a fim de ir para a aldeia de companheiros de time e ‘retroceder o grupo de seguidores de Jesus de volta ao Islã’.
Deus deseja que os Orma façam parte do Reino Dele. Ore para este nome seja conhecido, honrado e amado!
Pedidos de Oração
- Ore para que as pessoas confiem no Espírito Santo, e que Ele supre as suas necessidades espirituais, a fome e a sede
- Ore pela salvação
- Ore para que os poderes deste mundo tenebroso sejam amarrados e impedidos, e que o Espírito Santo avance em grande poder e convicção, atraindo muitos para Deus
- Ore por sabedoria para a equipe
- Ore para que Deus frustre os planos do inimigo e proteja o coração e a fé dos Orma
- Também ore para os tabliki. Que possam também descobrir que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida